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27.6.05

encruzilhada. há muito que sigo um caminho torto, nenhuma escolha irá trazer o novo. ando descalça e carrego um fardo que ainda não se tornou precioso o bastante, nem pesado demais. sinto o chão, mas não tarda o flutuar. apenas um gesto. quanto tempo? evito pensar e cruzar a linha tênue entre declínio e ascensão. sigo...